Desconstruir a maternidade romântica é nosso papel

A forma como a sociedade coloca a maternidade romântica, tipo aquela idéia de que mães são seres perfeitos, sempre sorrindo, angelicais, santas que jamais erram é uma das ferramentas de opressão para nos vender a vontade de ser mãe.

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Já cansei de ouvir de amigas childfree convictas que elas ainda tem um pedacinho lá dentro de vontadinha de ter filhos. Vontadinha essa, queridas, provocada pelo marketing que o sistema patriarcal faz em cima da maternidade.

Eles querem te seduzir sim. Sabe porque? Por que mãe é mulher que não age. Mãe fica quieta pois tem seu tempo reduzido. Mãe não incomoda. Mãe está, em muitos casos, fora do mercado de trabalho. Mãe tem pouco tempo: o tempo que tem é precioso e normalmente é usado para coisas urgentes. Ativismo fica por último. Uma mãe é uma mulher com muito menos tempo de incomodar e de reivindicar seus direitos na sociedade. 

Mas eu estou aqui para tentar mudar isso. Eu, mãe apaixonada louca pela cria, estou aqui para te dizer: essa romantização é uma mentira. Maternidade é uma responsabilidade pesada. Sim, é apaixonante, visceral e não posso mais ver a minha vida de outra maneira, porém vamos a verdade: tem que querer muito. Não compre a idéia poética de ser mãe.

Mãe não é exclusivamente amor, carinho e compaixão. Mãe é uma mulher que sofre, que chora, que reclama. Mãe se tranca no banheiro por minutos livre pela sua sanidade. Mãe é uma mulher que, como nunca antes, questiona o patriarcado e os malditos papéis de gêneros dentro da maternidade. Mãe fica com inveja do pai e da vida dele que segue tão igual a antes. Mãe sente vontade de ter nascido homem. Mãe se exclui socialmente. Mãe carrega nas costas dupla ou tripla jornada. Mãe abre mão da vida profissional porque não tem escolha. Ou em muitos casos aceita qualquer trabalho porque precisa. Mãe vai rodar na entrevista de emprego, adivinha porque? Por que é mãe. Mãe talvez seja uma mãe que não pôde ter acesso ao aborto e tenha sido obrigada a sê-lo. Mãe se arrepende. Sim, de ter se tornado mãe: pelo menos por um segundo, ela se arrependerá. Mãe se sente sozinha. Mãe vai querer que a licença maternidade acabe logo, e depois não vai querer que acabe nunca. Dói ficar em casa 100% do tempo com um bebê mas também dói sair de casa sem ele. Mãe é contradição. Mãe atura marido por medo de se separar. Por medo de ser mãe solteira. Mãe atura até violência doméstica por isso. Mãe tem dores. Físicas e psicológicas, muitas dores. Além das suas dores, mãe também sente as da cria (10x mais forte). Mãe é mulher sobrecarregada. É mulher há dias sem dormir. Cansada. É mulher sem o mínimo de vaidade pois já abriu mão do que não é urgente. Ou é mulher vaidosa que se sente feia por não ter tempo. Mãe se sente muito feia. Tem que se acostumar com o novo corpo. Mãe passa fome. Passa dias sem tomar banho. Mãe olha para o céu e agradece quando consegue fazer xixi. Mãe tem suas vontades e necessidades jogadas para o lado para atender a cria. “Ahhhh mas mãe que é mãe faz isso feliz”. Ela tem escolha? Mãe é insegura. Mãe é uma mulher que se tornou tão vulnerável quanto como se sua pele do peito fosse arrancada e o coração estivesse exposto ali assim tão fácil de ser machucado.

Mãe se culpa, se culpa, se culpa diariamente e se questionará como mãe para o resto da vida pois a sociedade não vai cansar de apontar o dedo e lembrá-la de como ela provavelmente está fazendo isso errado.

Mãe é uma mulher que sonhou com a maternidade romântica e sofreu muito para adaptar-se quando viu que a realidade é bem diferente. E que, por conta da poesia que todos pensam quando se fala em “ser mãe”, ela não se sente no direito de reclamar. Não sem se sentir envergonhada ou culpada. Porque MÃE É MÃE, dizem todos. Essa frase opressora que serve de justificativa para que aceitemos todo o peso da maternidade sem reclamar, quase como se fosse “agora aguenta”.

E é claro que eu escrevo esse texto com o coração e com culpa, pois afinal MÃE É MÃE, né? O que eu estava pensando? Ainda bem que, no sofrimento, na surra, nas situações difíceis nós também crescemos. Agradeço a maternidade por me mostrar o quão forte nós realmente somos. E você nos subestima patriarcado, quando acha que a falta de tempo que a maternidade acarreta vai nos calar. Estamos juntando nossas forças. Nos aguarde.

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162 thoughts on “Desconstruir a maternidade romântica é nosso papel

  1. uau. que texto. obrigada.
    tenho 21 anos e toda vez que digo não querer ser mãe homens da minha família chamam o ato de “egoismo”. já me senti muito culpada. mas agradeço por esse e outros textos de mulheres incríveis em que me identifico.

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    1. Betina, não se sinta culpada não, porque primeiro você tem de se amar e se respeitar como pessoa, como mulher e, quem sabe, como mãe. Você é ainda muito nova. Eu também pensava em não ter filhos e acabei mudando de ideia e fui ter a minha com 35 anos de idade e, não vou mentir, me identifiquei muito com alguns trechos do texto, realmente te vendem uma glamurização que não existe. Foram muitos momentos difíceis, principalmete no início (com choro e sentimento de arrependimento). Agora que ela está com quase 4 anos, ainda é difícil (não vou tentar enganar, às vezes pinta uma ponta de arrependimento), mas recompensador, não tem explicação a alegria que dá ouvir de uma pessoinha um “eu te amo, mamãe”.
      Mas o importante é você continuar amadurecendo a ideia e pesquisar bastante a respeito, ouvir opiniões. E, se ainda assim, decidires por não ter filhos, é a TUA vida, e de mais ninguém. Porque sempre, por mais que o pai divida com você a responsabilidade e os afazeres, o encargo maior será teu.

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  2. Obrigada pelo texto. Passou da hora de falar abertamente o que sentimos e a verdade de nossas vidas. Cada palavra do seu texto poderia ter saído da minha boca ou da boca de milhares de nós. E pq não saem? bjs

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  3. Eu gostaria de saber: esse texto ridículo é propaganda feminista, esquerdista ou é apenas uma piada sinistra?
    Eu sou homem, mas minha esposa é mãe, foi mãe solteira por um bom tempo, pobre, quase morreu de uma doença, esteve em UTI, perdeu um braço, mas jamais lamentou ser mãe. Com todas as dificuldades que pode uma mulher passar ela passou por quase todas, como em um inferno dantesco. Conheço muitas outras mulheres, e é fácil encontrar muitas outras, que por mais dificuldades que encontrem, como as descritas nessa porra desse texto aí em cima, ainda assim não fazem perder o sentido de serem mães. Não estão envolvidas com ideologias e discursos como esse estúpido jargão “desconstruir a maternidade romântica”, típico de filosofia de Derrida, que achou que desconstruir uma linguagem é ajustar a realidade em seu devido lugar. Quem disse que todas as mães, sejam aquelas grávidas, sejam aquelas que desejam serem mães ou aquelas que já o são tem uma ideia romântica da realidade?
    Por acaso aquelas viciadas em crack, que vemos todos os dias nas ruas e que engravidam nas ruas mesmo, elas tem ideia romântica de maternidade? Essas feministas vagabundas apoiando o assassinato de bebês no ventre, quem são elas? Não precisaram nacser? Minha esposa nunca teve ideias roimânticas. Ela engravidou de um bandido e assumiu com firmeza a filha, sabendo já, antecipadamente, que iria ter dificuldades, e mesmo assim encarou vida sempre numa boa. Minha avó materna nunca teve vida boa e ainda assim decidiu ter duas filhas. Minha avó paterna teve cinco filhos na pobreza e nunca se sentiu ultrajada pela sociedade, sempre foi mãe esforçada e digna. Dificuldades sempre haverão. Esposos ignorantes e violentos sempre haverão em maior ou menor grau. Lei Maria da Penha não está ajudando. O que li nesse texto é uma tentativa, ridícula, de sutilidade para induzir mães a optarem pelo aborto, ou seja, pelo assassinato de bebês, que por conseguinte não podem se defenderem, já que suas mães estão enfeitiçadas por doutrina feminista porca!!!
    Que lê esse texto pensa que as mulheres estão sofrendo demais mesmo, rs
    Quantidade enorme de mães lindas, trabalhando, e dando conta de seus filhos, bem sucedidas!!
    Vai tomar no cu o autor desse texto!!!

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    1. Concordo com tudo que disse! Só mãe e nunca me arrependi, quando engravidei era muito nova e meus pais muito conservadores, o pai quis optar pelo aborto mas eu disse que não, que criaria só se fosse o caso, não tinha nada de romântico. Depois disso engravidei outra vez e perdi com 8 meses e 15 dias, e minha filha foi quem me salvou da depressão.
      Se esse texto foi escrito por uma mãe de verdade (o que eu duvido) só pode ser um lixo de mãe!

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      1. Concordo com vc Juliana… Achei ridículo. Td na maternidade são fases, que passam logo. Conquistei muitas coisas sendo mãe e isso não interferiu na minha carreira, pq apesar de não ter feito algumas coisas enquanto meu filho era bebê e precisava exclusivamente de mim e do pai, hj ele já é um pouco mais independente e consigo me organizar. Tudo é adequação ao momento em que vc se encontra. A maternidade continua sendo tão linda ou até mais do que antes para mim. Posso me doar, encher meu filho de amor, cuidados, educação e também realizar meus sonhos. Com ele me sinto uma mulher muito mais entusiasmada e feliz.

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      2. Filho não é remédio pra curar de depressão. Vc não pode ter filhos pra compensar problemas seus. Deveria ter buscado ajuda profissional ao invés de colocar essa carga em cima de uma criança. Vai querer tb q ele cuide de vc na velhice?

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    2. Nossa, Henrique! Quanto ódio, partindo de suposições e leitura equivocada… Apesar de ser contra o aborto e de algumas coisas do texto, entendi o ponto. A questão do texto é desconstruir essa ideia de que as mães são seres perfeitos. Essa ideia é equivocadamente construída por algumas mulheres que não assumem as dificuldades que enfrentam, e por homens que não fazem ideia do que passamos, mesmo estando por perto. Fiz escolhas difíceis na maternidade, como o aleitamento prolongado (minha filha tem quase 2 anos) mesmo trabalhando fora e acordando várias vezes de madrugada para atendê-la, mas cometo erros, me irrito com manhas. Isso me torna uma mãe ruim? Claro que não! Mas para muitas pessoas, sim, porque são enganadas por aquelas mães que querem passar a ideia de que ELAS são perfeitas, melhores do que as outras. E você acredita que, mesmo optando pelo aleitamento prolongado, me arrebentando de cansaço por isso (sem reclamar!), sou criticada?!
      A própria estória da sua esposa seria mal vista por muitas pessoas (“como pode engravidar de um bandido!?”). A ideia romântica que tenta desconstruir o texto é de que mães estão sempre lindas, cheirosas, fazem as melhores escolhas, acertam sempre, não se cansam nunca, não se irritam nunca… Eu, particularmente, nunca me arrependi de ter sido mãe, como diz o texto, mas posso julgar as que, por um momento, como a sua esposa, pensaram que poderia ter sido mais fácil e diferente se tivessem escolhido o melhor momento ou um pai melhor para seu filho? Lógico que não; quem sou eu pra julgar! Todas somos as melhores mães do mundo (claro que não incluo as que abandonam, maltratam e negligenciam seus filhos) tentando acertar.

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      1. Só não entende quem não quer … Não fica tentando mascarar a verdade …

        Elas querem mesmo e poder abortar a vontade … Tentando dizer q isso e normal ….

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    3. Que falta de respeito e educação…. que feio Henrique.
      Vc pode ter o seu ponto de vista porque ninguem enxerga o mesmo lado, mas isso não significa que o seu lado seja o certo, então mais respeito por favor…….

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    4. “Mãe fica com inveja do pai”, discurso típico feminista. ” opressão” também é palavra típica do coitadismo dessa ideología. “Descontruir a maternidade romãntica”, como se gostar de ser mãe fosse algo a ser desconstruido. Claro que é um discurso ideológico. ” Nossa, quanto ódio”, senhorita, é o que eu digo pra sua inveja com relação aos homens e pra sua visão tão pobre e negativa com relação à maternidade. Enfia seu discurso na privada e dá descarga, por que a maternidade romãntica não tem o por quê ser desconstruida.

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      1. … Acho que vocês estão com dificuldade para interpretar corretamente o texto..o que a autora quis dizer com desconstruir a maternidade romântica, e disse de forma clara, foi apenas que quando nos tornamos mães não é o tempo inteiro todo esse mar de rosas que a sociedade e a mídia querem sim na maioria das vezes nos empurrar guela abaixo.Quanto a uma aspirante a mãe ja dever com antecedência saber que haverá dificuldades e também ja de antemão aceita-las, uma vez que optou por ir adiante, eu até concordo…apenas friso o fato de que a grande maioria das mulheres que passam a ser mães, não imaginam o real grau de dificuldade e problemas a que estarão sujeitas, apenas porque nunca foram avisadas de maneira realista do que viria pela frente, é aí justamente onde entra essa tal romantização que foi tão mal interpretada, haja visto algumas respostas acima. Romantização no sentido de que a maioria das mulheres que ja tiveram filhos apenas deixam entrever a glória sublime e beleza CONSTANTE da matenidade, nao assumem as dificuldades que dependendo de cada caso podem ser enormes…por questão do elemento surpresa, adaptação que precisa ser quase que instantanea da parte da mãe, porque ela perdeu, de uma hora para a outra totalmente o direito de se sentir cansada, confusa e insegura com a guinada brusca da sua vida, tem um ser indefeso que exige cuidados ininterruptos, tem a questão do pós parto, que por sí só ja pode , dependendo do caso ser super complicado, envolvendo alteraçoes hormonais pesadas, em mais de 70% das mulheres (cientificamente comprovado, qualquer consulta simples ao Google apenas confirma), o que automaticamente nos remete ao Baby Blues e a maldita Depressão Pós Parto , que podem destruir o psicologico da mulher e prejudicar muito seu desempenho como recém mãe. Dificilmente, muito dificilmente, uma mulher usa de honestidade clara quando se refere a outra sobre o que realmente é ser mãe, para que outras saibam o que as aguarda e tenham a chance de escolher com calma se querem realmente passar por tudo isso. Não sou a favor do aborto, sou a favor da conscientização do sexo seguro, da não concepção, essa história de que gravidez acontece não existe, ngm engravida de repente do nada, nao é como pegar uma gripe, e nao temos mais desculpa hoje em dia de não saber sobre métodos preventivos, não é como na época das nossas avós que nao se falava sobre o assunto por questão cultural da época e…SIM… por MACHISMO. Nossas avós…não foram mães melhores, apenas não tiveram escolha, não como temos hoje em dia e nao me refiro a aborto… me refiro a acesso á informação…para se prevenir de uma gravidez indesejada. Voces dos comebtarios maldosos e mal interpretados aí de cima… principalmente o rapaz…não fale daquilo que voce nao tem condiçoes de saber plenamebte… pelo simples fato de de que vce nunca irá sentir isso na pele…ser mro expectador não o torna experiente no assunto, e ainda tem coisas q eu nem citei hein… como a glamourizaçao da amamentação… como se fosse uma coisa automática… e como se só nao amamentasse quem tem preguiça… o tal ato de amor…cuiddo gente, se informem um pouco melhor antes de sair dando opninião tendenciosa sobre oisas que realmente vces nao tem a menor i´deia…CUIDADO….

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    5. Só podia ser um homem para não entender absolutamente nada do texto, ou é mais um analfabeto funcional ofensivo. Vai saber! Olhando para seu próprio umbigo.

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      1. Sem duvida Cinthia…eu nao entendo como tem homem que se arvora a falar do que nunca sentiu na pele e se esforça para distorcer os fatos e interpretar á sua conveniência…analfabeto funcional e intelectual…

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    6. Não é propaganda feminista, é desabafo de mulher. Vc é homem, então fecha a boca. Queria ver vc na UTI sem um braço, pobre e sem o direito de se lamentar de nada, com um sorriso falso na cara dizendo q tá tudo bem. Mulher não precisa passar por inferno nenhum pra ser mãe ou não ser, pq macho que faz filho tem obrigação de dividir todas as funções com ela para que ela não se sinta sobrecarregada. Muitas são mães que aguentam caladas especialmente pq romantizam a maternidade como vc macho o faz pq nunca teve q ter o seu corpo rasgado pra sair de ti um ser muito maior do que o tamanho do buraco. Então fica espertinho antes de vomitar merda pq vc não sabe do terço a metade.

      Tem que desconstruir a maternidade romântica sim, tem q dar o direito da mulher falar o que sente e o que pensa sim. Independente de macho se incomodar com a verdade sendo dita. Qtas mulheres já ouviram q ter filho é uma bênção, quem vai cuidar de vc na velhice, q o tempo está acabando, que só será completa com filho e muitos outros jargões romantizados vindos de quem não vai ajudar sequer a trocar uma fralda cagada de bosta.

      Vc ACHA q a sua esposa nunca teve ideias romanticas pq vc não lê os pensamentos dela. O que ela sente e não te fala só ela sabe. Pq pra ter um marido machista e egoísta feito vc tem q guardar mta coisa por dentro mesmo. Capaz de levar um tapa na cara se falar o que pensa. Duvido que ela tenha encarado a vida “numa boa” como vc pensa ao ter q criar uma criança sozinha sem pai e sem grana. Vc só está, como afirma não fazer, romantizando a maternidade. Sua avó pastou para criar os filhos e tenho certeza que muitas vezes chorou sozinha longe dos olhos do marido pq nem sofrer a mulher tem direito. Ela só tem o direito de ficar calada com um sorriso na cara afirmando que está tudo bem. Afinal de contas enfiar o pênis dentro é muito divertido, mas sofrer todas as dores da maternidade nenhum macho quer.

      Esposos ignorantes e violentos são assim como vc, um ignorante que acha que a mulher mãe solteira nunca sofreu ou se arrependeu por ter tido uma criança sem pai que nunca a ajudou e que aguentou alegre e saltitante as barbáries da vida.
      Quem escreve feito vc é um machista babaca que não consegue ver além do próprio falo, que acha q mulher tem mais é q aguentar calada o que a sociedade impõe sem direito de questionar ou reclamar.
      Vai vc tomar no cu. Espero que tome o suficiente para arrombá-lo na mesma proporção do tamanho do buraco pelo qual seu filho teve q sair.

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  4. Nunca vi tanto lixo nun texto so. Pra ja fui mae aos 20, por escolha propria (nao foi acidente). Sou formada, trabalho e sempre trabalhei. Sou solteira por opçao, crio meu filho com muito amor carinho e atençao mesmo trabalhando 8 horas por dia. Meu filho e saudavel piscologico e fisicamente. Estuda das 9:30 as 19:30 e faz nataçao. Nao me sinto oprimida, nao me sinto sufocada, nao me sinto sozinha, nao me sinto triste, desamparada, humilhada, esquecida, tampouco sem tempo pra coisas superficiais. Uma vez li um texto que dizia que nenhuma mulher nasce com a maternidade empregnada nela. Isso e algo que se constroi e que tambem e construido atravez da relaçao com seus pais. E concordo plenamente. Dai, chego a (minha) conclusao que nao é seu caso. Ser mae e sentir o amor em tudo! A doçura em tudo! Ser mae e nas horas dificies ter conforto, carinho, cuidado e colo de filho. Ser mae é ouvir um Eu te amo inesperado, um abraço agarrado, ouvir um senti Saudades tuas…
    E ser uma Mulher Maravilha e ser admirada pelo seu filho.
    Amo a maternidade e nao me arrependo em nada e se pudesse faria tudo do mesmo modo de novo. Uma pena que voce sinta e pense assim.

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    1. Está explicado, é fácil ser mãe colocando o filho na escola O DIA TODO e só vê-lo a noite na hora de dormir, ou encher o filho de atividades para que o mesmo não fique em casa.

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  5. Um texto como esse, é literalmente um vírus ideológico feminista e pró aborto. Parte de um suposto senso comum: “maternidade romântica “, ou seja um pressuposto que, se não é falso, é muito duvidoso, para poder rebaixar à última escala de valores o dom de ser mãe, que é primordial, pois caso contrário, como a humanidade poderia crescer em número, e em seguida enxerta de mensagens e palavras de ordem ideológica. Quem foi a besta quadra que produziu um texto de merda desse?

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    1. Engraçado é viver num mundo onde se implora pela liberdade de expressão mas ao mesmo tempo sair ofendendo as pessoas e destilando ódio. Não precisava ter xingando a autora do texto de besta quadrada. Desnecessário. Quer se manisfestar contrário ao que está no texto? Seja, você esse direito, mas não tem o direito de ofender ninguém. Nem aqui nem em lugar nenhum. Não estou defendendo ninguém. Apenas acho rídicula a ofensa. Respeitar é o mínimo num mundo fodido como este. Paz pra você.

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  6. Quanta ignorância nesses comentários… Gente que não sabe discutir, não sabe debater. Gente infantil. Não concorda com alguma coisa e já sai berrando, gritando e batendo o pé, feito criança de dois anos, no máximo. Cresçam primeiro, depois venham conversar com os adultos, ok?

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  7. Achei o texto ótimo. As críticas exageradas, mas é sempre fácil criticar. Ser mãe é bom, ruim… tem pros e contras, assim como tudo nessa vida. Mas as mães (românticas ou não) tendem a considerar essa situação delas como “acoisamaisimportante”. O tempo e a vida da mãe dedicada à cria são considerados mais importantes do que o tempo e do que a vida dos outros. Sei que é muito difícil ser mãe, mas vou falar pra vocês do não sê-lo.
    Não ser mãe é difícil também, porque o desejo de ser mãe às vezes não vem só através do marketing e da idéia romântica de ter um filho. A não-mãe roda na entrevista do emprego, viu… porque não é mãe… mas pode vira, mesmo se você já superou os 45 (agora pode ser mãe até nessa idade!!!!!), depois dos 45 bem adianta ir pra entrevista.
    A não-mãe perde o marido que desejava uma família. É vista como mulher fácil. Tem que se acontentar com filhos maleducados por outros quando dá o azar de se apaixonar por um homem que já tem os próprios.
    A não-mãe também trabalha… e trabalha muito, porque não tendo um núcleo familiar, ela tem a metade dos ganhos e o dobro dos gastos. E ela está sempre livre quando os filhos das outras estão com febre. As férias da não-mãe vão ser planejadas em base à necessidades das colegas mães.
    A não-mãe vai chorar escondido quando a menstruação chegar, quando os filhos pequenos das mães (românticas ou não) abrirem os presentes de Natal, quando os filhos (das outras) se”formarem” na escolinha, quando se formarem de verdade, quando serão grandes e casados. A não-mãe sofre pelos sobrinhos, afilhados, filhos dos amigos…. mas a não-mãe vai ouvir muito: “você não pode entender porque não é mãe”
    A não-mãe envelhece, engorda e fica feia… porque esse é processo natural das coisas. Mas a não-mãe não pode!!! A não-mãe ter que chegar ao 40 parecendo que tem 22, tem que viajar muito, falar 4 línguas, sair pelo menos 4 noites por semana, ter um trabalho perfeito, uma casa perfeita e amantes fabulosos.
    O difícil não é ser mãe ou não-mãe. O difícil é viver… é fazer uma escolha e não olhar pra trás. E o importante é ver o bom em cada coisa que temos ou não temos.

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    1. Esse foi o comentario mais sensato e saudavel q li!! Cada escolha tras seus pros e contras e acho q a humanidade seria mais feliz quando cada um aceitar o peso das proprias decisoes e aceitar q cada outro tem direito as proprias decisoes tb!

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    2. Achei seu comentário o melhor de todos os tempos… Temos que aprender a nos colocar no lugar do outro antes de falar algo que possa machucar… Sou tentante a 2 anos e está sendo uma caminhada muito difícil por conta da exclusão que sofro por parte de muitas mães! Todas as pessoas passam por dificuldades e sofrem…

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    3. Querida você está deprimida! Fale por você. Sou uma não-mãe muito realizada! Que fez graduação, mestrado e doutorado e simmmmmmmmmm! viaja pelo mundo. Tem um ótimo trabalho e é recebida pelos lindos sobrinhos quando chega de suas viagens. Tem tempo para si, é cheirosa, sempre com unhas impecáveis e pele linda! Se é egoismo? Depende do ponto de vista. Considero egoismo pais que colocam filhos em um mundo com recursos naturais cada vez mais escassos.

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  8. Bom, eu já me sinto diferente. Sou mãe de 3 crianças, uma delas é especial e adolescente. Trabalho e além disso cuido da minha casa (sem nenhuma ajuda de fora) e dos meus filhos, sendo um deles de menos de 2 anos, o que me lotou e lota na hora de amamentar (livre demanda) e trabalhar com ele, na hora de atender a um cliente e a correr para ajuda-lo no desfralde. Sim, existe momentos difíceis, mas minha religião me ensina, que há tempo para plantar, para sacrifício e até mesmo dor. Mas existe o tempo de colheita e recompensa. Minhas criações são melhores depois de eu me tornar mãe, minha maturidade aumenta com cada filho. Sim, na maior parte das vezes não posso fazer só o que a minha carne quer, mas meu coração quer eles também, então aí acho o equilibro. Porque a vida não é só bem estar e puro êxtase. Aliás esse último eu encontro numa vida sexual feliz há quase 20 anos com o único homem que namorei, e aí também encontro o meu equilíbrio. Sim existe dificuldades para as mães na sociedade, mas também existe apoio, simpatia e empatia. Cansada?? Exausta?? ihhhhh, e muito: só as terapias semanais, os olhares preconceituosos (nem isso mudaria minha cabeça a favor do aborto)… Mas ainda assim eu vejo muito mais “romantismo” em ser mãe do que problemas. Sim, eu sou uma pessoa super positiva, talvez isso ajude. Sim eu ponho as coisas na minha vida no patamar de acordo com o meu “manual” (biblia), seja a religião, filhos, marido, trabalho, alimentação, animais e etc … Posso entender as frustrações citadas no post, pois sim elas existem, em maior ou menor grau, porém considero que podemos já começar a equilibra-las de acordo com o que queremos da vida. Não é fácil ser mãe, mas para mim:pior e pior e pior ainda seria não se-lo. Boa sorte e cada vez mais maturidade e equilíbrio para todos nós.

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  9. Fico triste em constatar, ao ler alguns comentários, que as estatísticas não mentem quando dizem que, mesmo no meio acadêmico, existem muitos analfabetos funcionais, termo utilizado para definir aquele que lê um texto mas não consegue interpretá-lo adequadamente, deturpando seu sentido e inferindo ideias equivocadas. Apesar de não concordar com algumas coisas do texto, entendi o ponto. A questão é desconstruir essa ideia de que as mães são seres perfeitos. Essa ideia é equivocadamente construída por algumas mulheres que não assumem as dificuldades que enfrentam e os erros que cometem, e por homens que não fazem ideia do que passamos, mesmo estando por perto. Fiz escolhas difíceis na maternidade, como o aleitamento prolongado (minha filha tem quase 2 anos) mesmo trabalhando fora e acordando várias vezes de madrugada para atendê-la, mas cometo erros, me irrito com manhas. Isso me torna uma mãe ruim? Claro que não! Mas para muitas pessoas, sim, porque são enganadas por aquelas mães que querem passar a ideia de que ELAS são perfeitas, melhores do que as outras. E mesmo optando pelo aleitamento prolongado, me arrebentando de cansaço por isso (sem reclamar!), sou criticada! Dá para acreditar!?
    O que me deixa mais triste é o fato de que as mesmas pessoas que criticaram o texto de forma agressiva são as que mais se prejudicam por essa ideia romântica da maternidade, porque não se enquadram no esteriótipo da “mãe perfeita”; ao contrário, se enquadram nos esteriótipos mais negativamente cruéis que existem (a mãe de filho de bandido; a mãe solteira; a mãe que trabalha fora; a mãe na adolescência). A ideia romântica que tenta desconstruir o texto é de que mães estejam sempre lindas, cheirosas, fazem as melhores escolhas, acertam sempre, não se cansam nunca, não se irritam nunca… Eu, particularmente, nunca me arrependi de ter sido mãe, mas posso julgar as que, por um momento, pensaram que poderia ter sido mais fácil e diferente se tivessem escolhido o melhor momento ou um pai melhor para seu filho? Lógico que não; quem sou eu pra julgar! Todas somos as melhores mães do mundo (claro que não incluo as que abandonam, maltratam e negligenciam seus filhos) tentando acertar.

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    1. O melhor comentário, Kelly Lima! Parabéns!!! Os analfabetos funcionais não deveriam nem se pronunciar… Mas é claro que eles não tem noção de que o são, coitados…

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  10. Nunca vi um texto mais equivocado sobre maternidade, principalmente nos dia de hoje. Discordo, discordo,e discordo! E com muita propriedade eu posso fazê-lo, pois sou mãe de 4 filhos por opção.
    Claro que ser mãe não é fácil, assim como ser filha, irmã ,esposa e amiga também não é. Erramos e nos frustramos como mães? Claaaaaro que sim , assim como erramos e nos frustramos em muitas de nossas interações e relações; mas estes arros acontecem porque somos humanas e não porque somos mães!
    Sou mãe e não sou omissa, tenho sim opinião ,informação e “ativismo” em relação ao que acredito, sou empresaria, não sou e nem me sinto feia e muito menos fico dias sem tomar banho! . Não vou julgar a pessoa que escreveu o texto,mas me parece ser o desabafo de alguém que não teve capacidade de encontrar alegria e realização na maternidade e agora quer tirar essa oportunidade de outras, vendendo idéias erradas.
    De tudo isso concordo apenas com uma coisa, para ser mãe tem que querer muito mesmo, isso é fato! A maternidade está em nossa natureza, é algo divino e maravilhosos, mas exige sim doação, dedicação e amor, se voce não é capaz de se doar assim , não tenha filhos, simplesmente não os tenha, para depois não ter que sair por aí apagando a luz dos outros escrevendo textos como esse acima.

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    1. “Não vou julgar a pessoa que escreveu o texto…”
      Daí logo à frente ela julga: “mas me parece ser o desabafo de alguém que não teve capacidade de encontrar alegria e realização na maternidade e agora quer tirar essa oportunidade de outras, vendendo idéias erradas.”

      Hahahahaha, ahhh o ser humano!

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    2. Devido á romantização da maternidade é que a maioria das mulheres, as que tem muita vocação e as que não tem tanta, e nem sabem disso, porque a ideia de glória maternal é vendida indiscriminadamente pra todas , e fica parecendo que ser mãe é algo automático e plenamente perfeito e maravilhoso,tipo…’quer ser plenamente feliz na vida??…tenha filhos amigaa’…como se isso fosse infalível, uma receita mágica de felicidade, uma forma plena de realização incontestável que vai funcionar pra qualquer mulher…independente de idade, classe social e temperamento, e escolhas de vida, e algumas mulheres quando tem filhos acabam descobrindo que não é bem assim, nem tudo pode ser tão incrível o tempo todo,mas isso não lhes foi avizado, para que ela tivesse a chance de fazer escolhas na sua vida, e devido a personalidade, gostos e temperamento de cada uma, pode se adaptar mais facilmente ou não ás exigências incondicionais que ser mãe demanda. O que eu percebo claramente é que muita gente, mulheres, tem filhos na maioria das vezes na inocencia, sem saber a dimensão disso, pra ter a chance de decidir antes se é mesmo isso o que quer pra vida, e qual o momento quer, e Se quer. Filho é coisa seríssima, nao tem devolução se a mulher se arrepender de ter tido por não saber direito onde estava se metendo , atraz da plena e incontestavel felicidade materna que é divulgada a plenos pulmões… e as dificuldades reais varridas para baixo do tapete, não sou feminista, mas acabo concordando com a autora do texto quando insinua que isso é uma forma de controle pelo sistema machista para manter as mulheres na rédea…quem nao gosta de ser endeuzado.. como as mães costumam ser???endeuzam…tipo…ser mãe é lindo… uma benção…a mulher é privilegiada por poder parir…e tome nas costas da mãe…e pouco estão se preocupando com o psicológico dessas maes, se estão mesmo em condições de criar seus filhos depois de terem literalmente comprado gato por lebre. Acredito que algumas mulheres passam muito bem pela prova da maternidade, sem grandes problemas, mas isso se dever a uma serie de fatores, não alguns isolados, cada caso é um caso, e pra autora do comentario acima….nao entendí o desabafo da dona do post como forma de tirar o brilho das super mães, foi apenas um desabafo do ponto de vista de uma mulher que , com todo o direito se sentiu malograda na sua jornada materna, muito mesmo em funçao dessa glamourização global em torno da falsa maternidade perfeita e digo mais, esse post dela serve como um grande serviço de utilidade pública de alerta para quem pensa em ter filhos saber exatamente o que vem pela frente e decidir se está realmente apta a encarar., porque simplesmente, uma vez tendo o filho, não tem como devolver e reembolsar, caso descubra q não era bem isso o que ela queria.
      Não se trata de tirar brilho de ninguém… se trata de divulgar a realidade nua e crua do que é ser mãe de verdade.. no dia a dia… a realidade limpa e honesta, não se trata de fazer apologia contra e atacar quem se realizou plenamente com a maternidade, não se dê tanta importância assim , claro que um filho é maravilhoso sim, não entendí que ela não ame o filho e não faça o melhor para ele, dona do comentário acima, agora só porque ja teve o filho não tem o direito de desabafar e falar a verdade que vces donas da perfeição maternal ja se sentem atacadinhas???..Voc|~e também é mulher… aprenda a se colocar um pouco no lugar das outras e aprenda também a ter mais empatia, isso deveria ser obrigação nossa, não vá esperar isso de macho.

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  11. Infelizmente enquanto continuarem com esse DISCURSO DE VÍTIMA essas mulheres que pensam como a autora do texto nunca entenderão a LIBERDADE DE SER MULHER e descobrir a riqueza e força do seu papel!
    Sim a MULHER É FORTE, e não precisa esconder suas fraquezas, PORQUE É HUMANA, E NÃO PORQUE É MULHER!

    Entender o que É SER MULHER É NOSSO PAPEL NUMA FAMÍLIA E NA SOCIEDADE É LIBERTADOR,

    Opressor é esse seu discurso de não assumir o que é na sua essência, por isso não encontrará sentido no que você tem de mais precioso, SER MULHER!

    Isso não é romantismo, É VERDADE, é o que SOMOS,

    Tenho orgulho de ser mulher com capacidade NATURAL para a MATERNIDADE

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  12. Parece que você conhece meu coração e escreveu esse texto descrevendo tudo que sinto.E é por essa idéia de maternidade romântica que hoje sofro,pois vi que é muito mais difícil do que eu imaginava. Para cada elogio existe 10 cobranças,isso quando o elogio acontece.
    O amor pela minha filha é sem medidas,mas além de mãe também sou mulher,não deixei de querer outras coisas porque agora sou mãe. Mas na cabeça de pessoas fúteis mãe não tem querer,não tem opinião, mãe não pode ter vontade,mãe não pode sentir saudade da vida de antes….
    Belas palavras!!

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  13. Que crueldade, uma pessoa vir ao mundo filho de um bandido, e depois a mãe casa com um “homem” infantil, imbecil, que se acha dono do mundo e da razão, que não tem um pingo de ética e respeito pelo próximo e ainda se acha no direito de se opor há algo que não tem propriedade física e psicológica para se manifestar, pelo menos não da forma que fez. Nunca sofreu a dor de um parto, a dor de amamentar, nunca passou uma noite em claro com um bebe mexendo na barriga e ainda acha que pode gritar? Coitado!!! Que tipo de educação essa criança está tendo? que ambiente é esse, que esta sendo formada sua cognição? qual a linguagem que essa criança é tratada diariamente? ele também vai ser assim quando crescer? que tipo de orgulho ele terá desse padrasto? que julga o pai do menino bandido, mas que tem a linguagem e agressividade apresentada nessa, tão pior quanto a de um bandido. Ser mãe literalmente não é fácil, mas viver ao lado de um homem perverso assim deve ser ainda pior.

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  14. Ao ler esse textoe deparei com a minha atual realidade. Fico feliz em saber que não sou a única, que sim também sou ser humano, tem dias como qualquer pessoa que é difícil, e torna-se mais difícil, pois é um outro ser que depende de você. Amo minha filha, não me arrependo das minhas escolhas. Mas tem dias que da medo. E um texto como esse só acalenta minhas idealizações e meu estado de espírito. Obrigada por mostrar que não sou a única que outras mães também são normais.

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    1. Amigos,

      Realmente ânimos alterados em função de muita confusão e opiniões adversas.
      De certa forma eu enxergo sim, um texto com ar de desconstrutivo ao romantismo materno, vejo uma linha de raciocínio feminista estampada e que tão pouco se fez para auxiliar em seu desabafo o apoio moral para essas mães, onde esta a valorização do sentimento mais puro e límpido ? Ser mãe é uma dádiva ! Nunca li ou ouvi alguém dizendo: Amor de pai não tem igual, ou melhor, pai é um só ! Nunca ! Sabe porque? Porque são SIM as mães que fazem a diferença, que suportam todo o sentimento, toda a transformação de uma gestação e sua maternidade.Não quero nem entrar no contexto de comparativo do que um pai, marido presente, passa a suporta em seu silencio nesse período de mudanças e adaptações, a onde também passamos a sentir a ausência e a falta das nossas companheiras, amiga se parceiras, o choro da criança as 3 da madruga também acorda o pai e por mais que ele não levante para amamentar a “cria” ele também fica cansado com toda a situação, mais ele não tem licença maternidade o mundo segue para ele também, a cobrança são as mesmas, o maridão também terá que acordar as 6hrs quando o relógio despertar, e não importa se ele passou a noite ouvindo o choro da criança, no dia seguinte as 8hrs da manhã na reunião a chefe, não quer nem saber, ela só quer soluções e um sorriso estampado no rosto do bonitão …Acho que se formos comparar teremos muito pano para manga e seria um ótimo tema para ser dialogado, inclusive pela nossa amiga autora desse texto, que deve saber o que um pai também passa, afinal ela deve ter um dialogo muito bom com o marido.

      Me pergunto, porque não usar esse desabafo em pró de construir uma relação moderna, avançando as barreiras dos paradigmas da velha guarda, sem perder o romantismo da maternidade? O homem e a mulher de ontem não são os mesmos de hoje, muita coisa mudou , basta você querer enxergar as mudanças positivas de tudo isso.

      Tempos modernos, voz ativa da mulher e, sem o ar irônico e subjetivo e acusativo do feminismo, apenas mulheres , mães,homens, pais e famílias em construção …Mães não se calem, se exponham, mais se exponham ao seus maridos e companheiros, tenho certeza que ambos terão muito a desabafar. A maternidade é uma dádiva , leio esse texto e tenho pena da autora, pois ela perdeu a oportunidade de fazer varias mães felizes ao ver que todo o esforço vale a pena , infelizmente ela optou em fazer militância a uma causa “estamos unindo forças, nos aguarde”. Qual a valorização da família? Qual foi a mensagem por trás da mensagem? União da família? Não ! Valorização ao sentimento de maternidade ou dom de ser mãe? Acho que também não ! Não vou nem falar sobre o direito ao aborto como mencionado no texto.

      Sim, ser mãe é superação e abdicação de muitas coisas, inclusive noites de sono, auto estima baixa, mudança na forma física do corpo entre outros , acho que ninguém foi enganada o romantismo da maternidade esta em saber que tudo isso existe e é real. Existe ônus e bônus e, o sorriso da sua cria aos seus braços com certeza não terá preço.

      Não deixem de expor seus sentimentos com seus maridos, tentem de alguma forma mostrar as dificuldades, as inseguranças, os medos e tudo que esta mudando no seu dia a dia …ao invés de buscar desconstuir , pense em como construir seu sonho de forma harmoniosa e feliz .

      Boa sorte a todos .

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  15. Tenho dois filhos, e por muito tempo me julguei uma péssima mar por ter meus momentos d raiva, de arrependimento, d vontade de morrer, de querer 30 minutos sozinha, de poder dormir 4 horas seguidas a noite, de poder ter um dia deitada….. As brigas minhas com meu marido são sempre por essa questão, ele reclama do meu estresse, diz: “são crianças, vc é a mãe, parede reclamar” mas ele não aguenta cuidar deles por meia hora, nunca trocou uma fralda, nunca deu banho, NUNCA TOMOU FRENTE EM NADA RELACIONADO A ELES!
    As vezes me liga e digo q estou ocupada e no posso falar, logo já ouço “com que? vc só fica em casa!”.
    Mae é um emprego com carga horária de 24 por dia e não é só com filhos, é com a casa, com as roupas…
    Vejo muitas mulheres q falam como ehh bom ter filhos, declaram seu amor eterno e felicidade contagiante, mas são tão presentes na vida dos filhos quanto bosta nenhuma, largam na casa de todo mundo, a criança quando vai em casa é só pra dormir e linda assim a mulher tem baba e empregada doméstica. Amor, vem cá! Assim eh fácil, a educação do seu filho esta destinada a outras pessoas. O difícil eh vc acordar 6 horas e fazer café da manha pra eles, limpar a casa, lavar roupa, fazer o almoço, dar comida pra eles, dar banho, por roupa, fazer mamadeira, colocar pra dormir, e ai quando eles finalmente dormem e vc tem um tempo sem crianca gritando ou correndo atrás, vc vainlavar vasilha, limpar a casa dnovo, Estender roupa, guardar roupa, então eles acordam dnovo e vc vai fazer janta…….

    Não pensem meninas, mulheres… Que casar e ter filhos é como no comercial d margarina. Q vc e seu marido serão aquela família feliz e sem reclamações olhando o lindo bebe d vcs…
    Não posso falar q não eh apaixonante, é sim, eh gostoso, intenso… Mas eh cansativo, é difícil, estressante e vc para de viver a sua vida pra viver a deles..

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  16. Amigos,

    Realmente ânimos alterados em função de muita confusão e opiniões adversas.
    De certa forma eu enxergo sim, um texto com ar de desconstrutivo ao romantismo materno, vejo uma linha de raciocínio feminista estampada e que tão pouco se fez para auxiliar em seu desabafo o apoio moral para essas mães, onde esta a valorização do sentimento mais puro e límpido ? Ser mãe é uma dádiva ! Nunca li ou ouvi alguém dizendo: Amor de pai não tem igual, ou melhor, pai é um só ! Nunca ! Sabe porque? Porque são SIM as mães que fazem a diferença, que suportam todo o sentimento, toda a transformação de uma gestação e sua maternidade.Não quero nem entrar no contexto de comparativo do que um pai, marido presente, passa a suporta em seu silencio nesse período de mudanças e adaptações, a onde também passamos a sentir a ausência e a falta das nossas companheiras, amiga se parceiras, o choro da criança as 3 da madruga também acorda o pai e por mais que ele não levante para amamentar a “cria” ele também fica cansado com toda a situação, mais ele não tem licença maternidade o mundo segue para ele também, a cobrança são as mesmas, o maridão também terá que acordar as 6hrs quando o relógio despertar, e não importa se ele passou a noite ouvindo o choro da criança, no dia seguinte as 8hrs da manhã na reunião a chefe, não quer nem saber, ela só quer soluções e um sorriso estampado no rosto do bonitão …Acho que se formos comparar teremos muito pano para manga e seria um ótimo tema para ser dialogado, inclusive pela nossa amiga autora desse texto, que deve saber o que um pai também passa, afinal ela deve ter um dialogo muito bom com o marido.

    Me pergunto, porque não usar esse desabafo em pró de construir uma relação moderna, avançando as barreiras dos paradigmas da velha guarda, sem perder o romantismo da maternidade? O homem e a mulher de ontem não são os mesmos de hoje, muita coisa mudou , basta você querer enxergar as mudanças positivas de tudo isso.

    Tempos modernos, voz ativa da mulher e, sem o ar irônico e subjetivo e acusativo do feminismo, apenas mulheres , mães,homens, pais e famílias em construção …Mães não se calem, se exponham, mais se exponham ao seus maridos e companheiros, tenho certeza que ambos terão muito a desabafar. A maternidade é uma dádiva , leio esse texto e tenho pena da autora, pois ela perdeu a oportunidade de fazer varias mães felizes ao ver que todo o esforço vale a pena , infelizmente ela optou em fazer militância a uma causa “estamos unindo forças, nos aguarde”. Qual a valorização da família? Qual foi a mensagem por trás da mensagem? União da família? Não ! Valorização ao sentimento de maternidade ou dom de ser mãe? Acho que também não ! Não vou nem falar sobre o direito ao aborto como mencionado no texto.

    Sim, ser mãe é superação e abdicação de muitas coisas, inclusive noites de sono, auto estima baixa, mudança na forma física do corpo entre outros , acho que ninguém foi enganada o romantismo da maternidade esta em saber que tudo isso existe e é real. Existe ônus e bônus e, o sorriso da sua cria aos seus braços com certeza não terá preço.

    Não deixem de expor seus sentimentos com seus maridos, tentem de alguma forma mostrar as dificuldades, as inseguranças, os medos e tudo que esta mudando no seu dia a dia …ao invés de buscar desconstuir , pense em como construir seu sonho de forma harmoniosa e feliz .

    Boa sorte a todos .

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  17. sou mãe de 5 filhos entre 18 anos e 2 anos, trabalho em 4 áreas diversas como consultora, trabalho em casa e pela net e te digo: quanto blá blá blá gatinha, culpa? e haja repetir a palavra culpa culpa culpa. Nossa missao é a perpetuação da humanidade, mãe é um soldado, um responsável do futuro do planeta! UM ABSURDO CRIAR UMA CAMPANHA VITIMIZANDO AS MÃES! nosso compromisso é tão maior que essa mediocridade que se discute. vamos elevar os temas ok?? assuntos rasos são perda de tempo. sentimentos? nós os selecionamos dentre o turbilhao de emoções que vive uma mãe! seja SELETIVA com seus sentimentos! quanta frescura! para quem são os filhos?para compor um porta retrato bonito no aparador da sua casa? MÃES questionem seus princípios, subam pelo menos 1 ou 2 degraus na compreensão do papel de vocês. FILHOS NÃO SAO CONSEQUENCIA DE UMA FODA GOSTOSA OU ARREPENDIDA! querem salvar o planeta da poluição, dos políticos corruptos, das drogas e das guerras? vão parir filhos e os criem com firmeza, ternura, compromisso com o meio ambiente e com respeito a cada ser humano independente das diferenças. parem de arrumar “muletas” para justificar suas incompetências e preguiças. reclamar pode, gritar pode, dar uma de doida, dar uma volta pode, tomar um chopp com as amigas pode, ir ao salo DEVE! as mães sao seres privilegiados, afinal, eu como mãe mando aqui em casa, tenho direito de desabafar, só não pode esse mi mi mi sem fim.

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  18. Muito obrigada por cada palavra. Seu texto é um verdadeiro alento para as mães que profunda e verdadeiramente amam seus filhos, uma linda demonstração de tolerância, sensibilidade, honestidade, compaixão, coragem, empatia e generosidade. Enfim, só tenho a lhe agradecer por compartilhar suas ideias e sentimentos conosco, estamos juntas!

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  19. Além de todas essas questões levantadas, todas muito pertinentes, evidentemente, me arrisco a dizer que mãe é SOZINHA. Foi uma das coisas que mais senti quando tive minha filha. Por mais “ajuda” que você tenha, todo mundo sempre pensa que filho é problema da mãe. Apesar de tudo, de toda dor que vem junto com a maternidade, o amor que uma mãe sente pelo filho toca o divino. Acredito que poder presenciar e participar ativamente da construção de uma nova pessoa (esperamos que melhores para facilitar para as próximas gerações..rs) é algo intenso e único. Eu não me arrependo nem por um minuto, mas aviso: é para os fortes, verdade!

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  20. Com todo o respeito, me senti envergonhada, como mãe, em ler esse texto. Por isso eu tenho a seguinte opinião, a maternidade não é para todas. Que visão terrível esta a sua de ver o filho praticamente como um fardo a carregar? Toda e qualquer mulher com o mínimo de noção sabe muito bem que bebê depende de nós para tudo, que exigem cuidados e tempo. Tenho um filho de 1 ano e 7 meses, faço estágio, estudo, e quando chega o fim do dia, fico louca para busca-lo na creche, pra brincar, pra olhar a agendinha e saber como foi o dia dele. Amo fazer o lanchinho do dia, amo quando posso levar ele no colégio. Que mães mais chatas que ficam o tempo todo de mimi, reclamando que não pode fazer xixi… nada a ver! Quando eu queria ir ao banheiro, levava ele no carrinho, ou chamava para ficar junto comigo. Tudo tem jeito, é só fazer com amor e dedicação. Ainda fico admirada essas mães que reclamam de tudo no primeiro filho, falam em se matar, se arrependem e depois engravidam do segundo. MATERNIDADE É SIM MÁGICO, É SIM GRATIFICANTE. MATERNIDADE É VIDA! Só não é para mulheres preguiçosas e egoistas.

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  21. Nossa! Depois de ler alguns comentários, chego à conclusão que empatia é um sentimento desconhecido por muitos. Muito triste isso. É tão difícil compreender que somos indivíduos diferentes? Que cada um sente em intensidades diferentes? Que uns são felizes e outros não? E o pior.. pq é tão difícil parar para escutar, compreender e estender à mão para quem está passando por um momento difícil na vida? Todos passamos por isso, por dificuldades e sofremos, e isso, não é vergonha alguma! Maternidade é difícil sim!! Todas sabemos disso. Ninguém aqui é super humano! Ou as que ficam gritando e xingando aqui que a maternidade é comercial de margarina, nunca passaram por um momento difícil?! Ah não, esqueci.. vocês são perfeitas, as escolhidas, as super mães, exemplos a seguir! Mas claro, com um belo xingamento na boca! Parabéns!

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  22. Henrique, só pelo final de tua análise: “Vai tomar no cu o autor desse texto!!!”. Já deu para perceber ignorância, soberba, julgamento preconceituoso e falta de educação. Pari três filhos e criei um menino que era da rua. E te digo: você falou até em texto esquerdista, feminista… será que machista consegue te definir? Acho que não, a soberba o faz bem pior. Mas tua opinião foi ótima, reforçou a veracidade contida no texto que você julgou como homem não como mãe.

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  23. Sinto 1 imenso carinho em cada palavra no texto.

    Muitaaaaa gratidão por vc ter escrito o que sente!

    Queria eu ter coragem e conseguir por pra fora tudo que penso e sinto tbm…

    Agradeço de coração, porque você tirou as palavras da minha boca ….

    Obrigada aqueles que respeitam a tristeza do outro…

    E respeito muito aquelas que não sentem essa dor, merecem mesmo meus respeitos!!

    E aliás, 1 apoia o outro, uns sentem isso, outros sentem aquilo…

    e tudo bem ….

    Somos diferente e fico muito feliz por isso.


    Peço para que escreva mais o que sente,
    assim você pode ajudar pessoas como eu…
    que não consegue desabafar com ngm …
    E nem dizer o que sente e o que pensa….

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  24. Eu amo ser mãe, realmente ser mãe é um privilégio, amei minha gravidez os quilos que ganhei não me importou, amei ver minha barriga ficar enorme, e quando ele mexia eu achava magnífico, e agradecia a Deus pela vida dele, e quando nasceu, eu o amo com toda as minhas forças, adotava ver ele mamar de madrugada era a coisa mais perfeita e agradecia a Deus por este momento maravilhoso. Amei tudo, em todos os detalhes. Deus seja louvado por esta dádiva de ter sido MÃE. Um abraço.

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  25. Ao ler esse texto, pude concluir que nem todo mundo tem a capacidade de pensar em algo mais que nao seja o seu próprio umbigo. Filhos somam, não subtraem. Texto medíocre e escrito por alguém que jamais deveria ter cogitado a possibilidade de colocar outro ser no mundo. Lamentável!

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